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quarta-feira, 16 de junho de 2021

Homem suspeito de aplicar golpe do "Don Juan" em diversos estados é preso em Fortaleza

Um homem suspeito de aplicar o “golpe do Don Juan” em diversos estados do país foi preso pela Polícia Civil, na terça-feira (15), em um apartamento no bairro Papicu, em Fortaleza. David Alves Bezerra, de 30 anos, foi capturado no imóvel de uma namorada, que desconhecia os antecedentes criminais do companheiro.

Segundo as investigações da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), o homem fingia ser analista da Receita Federal e fez, pelo menos, duas vítimas no Ceará, que foram identificadas pela Polícia até o momento. No entanto, ele, que é natural de Fortaleza, responde a mais de 70 estelionatos nos estados de Santa Catarina, Roraima, Mato Grosso e no Distrito Federal.

Uma das vítimas cearenses identificada pela equipe da DDF teria repassado a David Alves cerca de R$ 80 mil, que ele alegava que seria usado na compra de bens provenientes de leilões da Receita Federal.

Já a outra vítima, conforme as apurações da Polícia Civil, teria caído no golpe do Don Juan, ao se envolver com o suspeito, e repassado a ele valores referentes ao financiamento de dois veículos de luxo. A quantidade de dinheiro não foi divulgada.

No apartamento em que David Alves foi encontrado, os agentes acharam dinheiro, cartões, documentos com nomes de terceiros, contratos, planilhas e até um carimbo em nome da Receita Federal.

O homem foi conduzido para a DDF, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso e na Lei de Crimes de Lavagem de Dinheiro.

DENÚNCIA

A Polícia Civil informou que está atenta às fraudes e pede a colaboração da população para fazer o registro das ocorrências para subsidiar as investigações, no intuito de identificar os suspeitos e coibir novos delitos. O crime de estelionato pode ser reportado via Delegacia Eletrônica (Deletron) da Polícia Civil do Ceará, pelo endereço virtual.

Os procedimentos são redistribuídos para as delegacias mais próximas do endereço da vítima ou, nos casos em que o montante investigado seja equivalente ou superior a 80 salários mínimos, a investigação ficará a cargo da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF).

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