O custo para manter o governo federal em funcionamento voltou a disparar sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atingiu R$ 72,7 bilhões em 2025, o maior valor dos últimos nove anos, mesmo após correção pela inflação. Os dados são do Tesouro Nacional e foram consolidados em levantamento do Poder360.
O número representa uma alta de cerca de 12% em relação a 2024, evidenciando a expansão acelerada da máquina pública no atual governo petista. As despesas de custeio incluem gastos com serviços administrativos, contratos terceirizados, tecnologia da informação, aluguel de imóveis, contas de consumo, passagens e diárias ou seja, dinheiro consumido para manter a estrutura estatal operando, sem gerar investimentos diretos ou retorno produtivo à população.
O gráfico mostra que, após atingir picos elevados durante os governos do PT, especialmente no segundo mandato de Dilma Rousseff, os gastos começaram a recuar a partir de 2016, atravessando os governos Michel Temer e Jair Bolsonaro, período em que houve controle mais rígido das despesas administrativas. Durante o governo Bolsonaro, o custo da máquina foi reduzido e estabilizado, mesmo diante de desafios como a pandemia, ficando em torno de R$ 57,8 bilhões em 2019 e sem saltos explosivos nos anos seguintes.
A tendência de alta retorna justamente com a volta do PT ao Planalto. Desde 2023, os números voltaram a crescer de forma consistente, saltando de R$ 63,2 bilhões para os atuais R$ 72,7 bilhões, reforçando críticas sobre a falta de compromisso do governo Lula com austeridade, eficiência e responsabilidade fiscal.
Enquanto o discurso oficial fala em equilíbrio e responsabilidade, os dados mostram o oposto: mais gastos, mais burocracia e uma máquina pública cada vez mais cara, que pesa diretamente sobre o bolso do contribuinte. O contraste com o período Bolsonaro é evidente, marcado por esforço de enxugamento do Estado, contenção de despesas e foco em eficiência administrativa.
Fonte: Folha do Estado


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