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domingo, 25 de agosto de 2019

Com ajuda de PM, mãe e filho se reencontram após 26 anos

O reencontro, que aconteceu nesta última sexta-feira (23), foi possível graças ao Sargento Paulo Neto, do 2ª Batalhão de Polícia Militar (BPM), na Região do Cariri.

Maria Nilza Batista e Saulo Batista Taveira Sousa se reencontraram depois de 26 anos distantes. Mãe e filho estavam separados por um Estado. Ela, baiana de Itabuna, Sul da Bahia, e ele em Juazeiro do Norte, na Região do Cariri.
Saulo não via sua mãe, Maria Nilza, desde os dois anos de idade
Foto: reprodução

O reencontro, que aconteceu nesta última sexta-feira (23), foi possível graças ao Sargento Paulo Neto, do 2ª Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Juazeiro do Norte. De acordo com o agente de segurança, Nilza veio de Itabuna, distante cerca de 997 quilômetros do município cearense, e procurou o batalhão "aflita". 

O policial fez investigações iniciais e publicou em suas redes sociais na última segunda-feira (19) um vídeo em que a mulher apela para que ajudem a achar seu filho. A publicação chegou até um tio de Saulo, que mora no Rio de Janeiro. Ele logo entrou em contato com o sobrinho e avisou que sua mãe o procurava. 

A baiana Nilza e o pai de Saulo, que é cearense e trabalhava viajando, iniciaram um romance e ela engravidou. À época, ela já tinha outros dois filhos. Quando Saulo completou dois anos, Nilza, sem ter mais condições de sustentar as três crianças, aceitou que o pai dele o levasse para morar em Juazeiro do Norte.

Desde então, os dois não tiveram mais contato. Mãe de oito filhos atualmente, Nilza confessa que sempre teve vontade de reencontrar Saulo. "Dizem que as pedras se encontram, né? Quem dirá as pessoas. Hoje estou aqui com ele, graças a Deus. Vim de longe para encontrá-lo. Foi difícil, mas eu vim", relata.

Saulo relata que também nunca perdeu a esperança. "Depois de tanto tempo a gente fica um pouco pensativo. É muito tempo longe e uma mãe é uma coisa tão boa na vida. Eu imaginava que esse encontro ia acontecer, a gente sempre espera o melhor, né?", afirma.

Passada a emoção do encontro, mãe e filho terão tempo de conversar sobre tudo que passou até então. "Independentemente do que tenha acontecido, o que importa é o final feliz", desabafa Saulo Batista.

(Diário do Nordeste)

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