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sábado, 29 de novembro de 2025

Daniel Vorcaro, do Banco Master, deixa prisão com tornozeleira

Executivo foi solto após decisão de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
O controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi solto na manhã deste sábado (29), com tornozeleira eletrônica, após passar 11 dias preso depois de ser alvo da Operação Compliance Zero. Vorcaro e outros quatro executivos do banco conseguiram um habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Vorcaro estava no Centro de Detenção Provisória 2 de Guarulhos desde a última segunda-feira (24).

A decisão que beneficiou Vorcaro e outros quatro executivos investigados pela Polícia Federal por crimes financeiros na gestão do Master foi assinada pela desembargadora Solange Salgado.

– Não obstante a presença inicial dos elementos justificadores do decreto prisional, cumpre destacar que os delitos atribuídos ao paciente (Vorcaro) não envolvem violência ou grave ameaça à pessoa – anotou a magistrada.

Salgado substituiu a prisão preventiva dos alvos da Compliance Zero por medidas cautelares diversas da prisão, como o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento periódico em juízo; proibição de manter contato com outros investigados; proibição de ausentar-se da Comarca; recolhimento domiciliar no período noturno; proibição de exercer atividade financeira; e entrega do passaporte com vedação de sair do país.

No caso de Vorcaro, a Polícia Federal já havia retido seu passaporte. O banqueiro foi preso no último dia 17 quando tentava embarcar em um jatinho particular com destino ao exterior. No dia seguinte, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master, menos de um dia depois de o Grupo Fictor ter indicado o interesse em comprar a instituição.

Daniel Vorcaro é acusado de fraudes financeiras de R$ 12,2 bilhões. Segundo as investigações da Polícia Federal, o Banco Master teria vendido carteiras falsas de crédito ao BRB, com o objetivo de cobrir o rombo nas suas contas. O Master argumenta ter agido de boa-fé no negócio com o BRB, por isso permitiu que o banco público substituísse as carteiras de crédito por outros ativos.

Em março, o BRB, banco do governo do Distrito Federal, fez uma oferta de compra pelo Master. Após cinco meses de análise e intensa disputa nos bastidores, o Banco Central vetou a transação. No dia 18 de novembro, junto com a prisão de Vorcaro, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master.

*Com informações AE

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