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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Naiara Azevedo: “Sabe quanto eu pegava por mês? R$ 1 mil”

Neste domingo (3), a cantora Naiara Azevedo, de 34 anos, deu detalhes sobre as acusações que realizou contra o seu ex-marido e empresário, Rafael Alves Cabral. Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, a sertaneja contou que entre 2016 e 2017, os dois primeiros anos de sua carreira, ela chegou a faturar R$ 7 milhões por mês, mas só recebia R$ 1 mil.

– Os dois primeiros anos da minha carreira, 2016, 2017, foram os meus maiores faturamentos de quatro, cinco, sete milhões. Sabe quanto eu pegava por mês? Mil reais. E quando eu falava assim: “Eu preciso de um cartão, preciso de um dinheiro”, sabe o que era falado para mim? “Pra que você quer dinheiro? Você tem tudo” (…). Eu não tenho acesso a nada, nunca tive acesso a nada – revelou.

Em seu relato sobre a dificuldade que tinha para acessar o dinheiro que ganhava, a sertaneja disse que “já tinha sofrido violência física, moral, psicológica”. No entanto, quando entendeu que estava sendo vítima de “violência patrimonial” percebeu que estava sendo “impedida de trabalhar”.

Cabral nega todas as acusações.

– Não entendi a denúncia, não entendi a narrativa. Eu fui pego totalmente de surpresa por tudo isso – disse o ex-marido da cantora.

E continuou:

– Estou decepcionado com todo o ocorrido, não tinha necessidade disso. Eu sempre me coloquei à disposição – completou.

De acordo com a Lei Maria da Penha 11.340/2006, a violência patrimonial é “entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazerem suas necessidades”.

Conforme o Pleno.News noticiou, na última quinta-feira (30), quando realizou a denúncia contra o ex-marido, Naiara contou que foi impedida de transportar equipamentos de palco para serem utilizados em um show. O desentendimento ocorreu na última quarta (29) e a sertaneja contou durante a entrevista que não concordou em pagar por algo que afirma ser dela.

– Por que eu tenho que pagar o aluguel de algo que é meu? A carreta é minha, o ônibus é meu. O cenário também é meu – disse.

Em razão do ocorrido, o show que faria neste sábado (2), no Vale de São Domingos, em Mato Grosso, foi cancelado.

(Pleno News)

Cidade cearense passa dos 40°C e tem a maior temperatura do país

O município de Jaguaribe, no Ceará, registrou neste domingo (3), 40,5 °C de temperatura, simplesmente a maior temperatura do Brasil na data, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Vale lembrar que o valor refere-se ao pico do dia (no caso, às 15h), e não o dia todo.

Logo após Jaguaribe, aparecem Porto Murtinho (MS), com 39,6 º C; Seridó (RN), com 39,6º C; Caíco (RN) com 39,2º C; e Ibotirama (BA), com 39º C.

Em termos de baixa umidade, Morada Nova, registrou 19%. Entre as cinco cidades com menor umidade.

(FUNCEME)

DENÚNCIA: A PRAÇA DO ANTIGO BATALHÃO DA PM EM SOBRAL ESTÁ ABANDONADA!

 

Lamentável! A praça do antigo Batalhão da Polícia Militar em Sobral está em total estado de abandono. O local virou esconderijo para infratores e  usuários de drogas.

Farra de autoridades já soma 1.883 voos de jatinho da FAB

Ministros de Lula e os atuais presidentes do Senado, Câmara e do Supremo Tribunal Federal (STF), além dos comandantes das Forças Armadas, realizaram até novembro 1.883 voos nos jatinhos do Grupo de Transporte Especial da Força Aérea Brasileira (FAB). O total nem leva em consideração os voos de Lula a bordo ao menos de três jatos e do vice Geraldo Alckmin, que também tem jatinho da FAB à disposição.

Realidade mais cara

O total de quase 2 mil voos de jatinhos tampouco considera a verdadeira migração da comitiva de 400 pessoas à COP28 em Dubai, esta semana.

Uma saudade

Indicado de Lula para o STF, Flávio Dino vai sentir falta de ao menos um luxo no Ministério da Justiça: realizou 93 voos

Micro-alado

Como ministro da Micro e Pequena Empresa, Márcio França não teve reunião com Lula, mas já fez ao menos dois voos nos jatinhos da FAB.

Verde tóxico

Marina Silva, ‘representante’ do Meio Ambiente, requisitou jatinhos, o meio de transporte mais poluente do planeta, 24 vezes este ano.

(Diário do Poder)

Motoristas poderão ser multados por falta de exame toxicológico a partir de 28 de janeiro

A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) anunciou que, a partir de 28 de janeiro de 2024, todos os motoristas das categorias C, D e E poderão ser multados por não realizar o exame toxicológico.

Isso porque o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê que é infração gravíssima “deixar de realizar (…) após 30 dias do vencimento do prazo estabelecido”, que é 28 de dezembro de 2023, conforme previsto na Deliberação 268/2023, referendada pela Resolução n° 1.002, de 20 de outubro de 2023, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Não existe a possibilidade de multa automática. Pela legislação brasileira, a punição só ocorre após o processo administrativo. Ou seja, 1º é lavrado o auto de infração de trânsito, com expedição de notificação de autuação.

Em seguida, o motorista pode apresentar defesa, e, caso seja indeferida, é emitida a notificação de penalidade.

Além disso, as infrações previstas nos artigos 165-C e 165-D do CTB ainda dependem de regulamentação pelo Contran, bem como de ajustes sistêmicos para viabilizar sua aplicação.

A penalidade de multa para tais infrações é de R$ 1.467,35 e sete pontos na CNH.

(Diário do Poder)

Letalidade policial cresce em 16 estados no primeiro semestre de 2023

As mortes causadas por policiais aumentaram em 16 estados no primeiro semestre de 2023, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os números vão na contramão da média brasileira, onde houve queda de 3,7%.

Os maiores aumentos foram registrados em Mato Grosso do Sul (340%), Santa Catarina (115%) e Distrito Federal (114,3%). Em São Paulo, as mortes causadas por agentes subiram 8,3%, sem contar com ao menos 28 mortes na Operação Escudo no litoral paulista, conduzida entre o fim de julho e o começo de setembro. O estado foi um dos que destoaram da média do Sudeste, que teve redução de 8,7%.

Já as maiores quedas foram verificadas em Maranhão (-48,8%), Paraná (-40,6%) e Amazonas (-38,8%). Também houve reduções na Bahia e no Rio de Janeiro, que lideraram a quantidade de mortos em 2022.

A Folha de S.Paulo teve acesso com exclusividade aos dados recolhidos pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública por meio de pedidos de Lei de Acesso à Informação feitos aos estados e ao Distrito Federal.

Outro indicador usado para avaliar o uso da força policial é a proporção das mortes por intervenção do estado em comparação com crimes violentos intencionais (CVLI). Esse índice corresponde à soma de homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Isso significa que, comparadas às 529 mortes por crimes violentos intencionais em Goiás no primeiro semestre do ano, as mortes por intervenção policial representaram mais da metade dessa quantidade (57,5%), com 304 vítimas.

Essas proporções aumentaram no primeiro semestre deste ano em quase todos os estados que registraram alta de letalidade policial, com exceção de Amapá e Espírito Santo. Goiás (57%), Amapá (53,7%) e Sergipe (45,1%) lideram em proporção neste ano.

O número é considerado muito alto, segundo Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. "É um indicador usado internacionalmente para medir o uso da força. Alguns estudos apontam que, se esse índice passa dos 10%, há uso excessivo dessa força."

Outro indício de excessos, diz ela, é quando essa proporção tem altas maiores do que as de crimes violentos, ou quando crescem em meio a uma queda desses crimes.

As variações da letalidade exigem análises específicas sobre os contextos locais, diz a especialista, que sugere hipóteses para os casos de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso: os conflitos entre CV (Comando Vermelho) e PCC (Primeiro Comando da Capital) nas disputas por rotas de tráfico de drogas.

Mato Grosso, governado por Mauro Mendes (União Brasil), faz fronteira com a Bolívia, importante produtor de cocaína; e Mato Grosso do Sul, governado por Eduardo Riedel (PSDB), com a Bolívia e o Paraguai, que também envia maconha ao Brasil. "Parte da cocaína entra por Mato Grosso e vai em direção ao Pará pela rota do rio Solimões. Dali, vai para algum porto, no Pará ou no Amapá, para o envio da droga para fora do país."

Uma região mais conflagrada, afirma, poderia indicar mais situações de confronto envolvendo a polícia.

Ainda sobre a proporção, Samira afirma que o caso de Minas Gerais ajuda a ilustrar comportamentos históricos. "Um estado gigantesco no Sudeste, em que essas mortes representam 4% do total de assassinatos, tem esse padrão histórico nas polícias."

Estados com as polícias líderes em letalidade, Bahia e Rio de Janeiro registraram queda. A polícia baiana matou 743 pessoas de janeiro a junho deste ano, o que representa uma redução de 8,4% na comparação com o primeiro semestre do ano passado.

Apesar disso, o número cresceu 13,6% em relação ao segundo semestre de 2022, o que indica que a tendência do ano pode ser de alta. O governo Jerônimo Rodrigues (PT) enfrenta uma crise de segurança com desdobramentos há anos e episódios repetidos de violência policial e guerra entre facções criminosas.

Os números no Rio ficaram abaixo dos dois períodos anteriores. Foram 649 mortes, 12% a menos em relação ao primeiro semestre de 2022 e 16,1% a menos do que no segundo.

O estado, contudo, tem uma média de três chacinas policiais por mês, segundo levantamento recente do Instituto Fogo Cruzado. Embora não haja definição legal sobre o termo, há consenso entre especialistas para considerar chacinas as ações com três ou mais mortos.

Ainda, as forças policiais da gestão Cláudio Castro (PL) diminuíram a proporção em relação às mortes por CVLI, caindo de 42,5% para 31,9%. A marca continua na casa de um terço das mortes violentas ocorridas na região metropolitana da capital entre 2007 e 2022, segundo estudo do Geni (Grupo de Estudos de Novos Ilegalismos) da UFF (Universidade Federal Fluminense).

As câmeras corporais em uso, medida apontada como parte importante de programas de redução de letalidade, haviam chegado a cerca de 9.500 unidades até setembro, e o governo enviou ao Supremo Tribunal Federal no começo do ano um plano para reduzir as mortes causadas por agentes.

Em São Paulo, o crescimento de 8,3% das mortes causadas por policiais no primeiro semestre foi acrescido de novos aumentos já no mês seguinte, com ao menos 28 mortos em ações da Operação Escudo no litoral paulista.

O episódio foi um dos marcos da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) na segurança pública, chefiada por Guilherme Derrite. O governo já retirou recursos do programa de câmeras em mais de uma ocasião sob a justificativa de pagar despesas urgentes e declarou que não haveria prejuízos aos contratos vigentes de câmeras.

O governador também afirmou, no fim de outubro, que não tinha planos de comprar mais câmeras para a Polícia Militar. Ainda, o governo descontinuou a segunda edição de um estudo científico que tinha avaliado o impacto das câmeras corporais no comportamento de policiais militares em São Paulo.

Para Bueno, do Fórum, as ações indicam o posicionamento do governo sobre programas de redução da letalidade.

"Não vejo incoerência em relação a essa política. Ainda existem as câmeras, mas a Operação Escudo mostrou a fragilidade de como isso vem sendo implementado. Uma operação com tantos policiais não ter imagens ou filmagens em metade das mortes?"

O QUE DIZEM OS ESTADOS

A reportagem entrou na última sexta (1º) em contato com os 16 estados que registraram aumento na letalidade policial no primeiro semestre para saber os motivos possíveis para a alta e as medidas para redução. Recebeu, até a publicação, a resposta de seis.

A Secretaria da Segurança Pública de Santa Catarina afirmou, em nota, que suas polícias são doutrinadas para uso moderado e progressivo da força. A pasta da gestão Jorginho Mello (PL) ainda que registrou confrontos de facções, concentrados no norte do estado, no começo do ano.

Já a secretaria do Distrito Federal destacou que registrou a menor taxa de letalidade policial do país em 2022. Neste ano, foram 15 mortos entre janeiro e junho, contra 7 no mesmo período de 2022, segundo o governo Ibaneis Rocha (MDB).

Em Mato Grosso, o governo Mauro Mendes (União Brasil) afirma que as forças de segurança reforçaram as atividades ostensivas e repressivas para combater organizações criminosas, o que gerou mais confronto em razão da resistência dos criminosos à ação policial. Também diz que os policiais cumprem procedimentos operacionais padronizados e passam por cursos de capacitação.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo diz investir no treinamento das forças de segurança e em políticas públicas para reduzir as mortes em confronto, com o aprimoramento nos cursos e aquisição de equipamentos de menor potencial ofensivo, entre outras ações. "Os números de mortes decorrente de intervenção policial (MDIP) indicam que a causa não é a atuação da polícia, mas sim a ação dos criminosos que optam pelo confronto, colocando em risco tanto a população quanto os participantes da ação", declara a gestão Tarcísio de Freitas.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo declara que as operações policiais são feitas dentro da legalidade. "Entretanto, quando há agressão contra os policiais, estes respondem proporcionalmente", afirma. O governo Renato Casagrande (PSB) ressalta que o estado apresenta um índice de letalidade policial abaixo da média nacional.

O governo do Ceará disse, em nota, que os profissionais de segurança pública participam de formações com protocolos humanizados de atendimento a ocorrências, e que são orientados a atuar seguindo portaria de 2010 do Ministério de Justiça e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República que disciplina o uso progressivo da força. A gestão Elmano de Freitas (PT) afirma contar, ainda, com uma corregedoria-geral para segurança pública e sistema penitenciário.

Folhapress

CONFIRA AS VAGAS DE EMPREGO EM SOBRAL - 04/12/2023

Rua Cel. José Silvestre, 201 – Centro - Fone: (85) 2180-6223 - OBS: Ao enviar seu currículo para este e-mail, coloque o nome da vaga pretendida no assunto da mensagem - Email: vagas.sobral@idt.org.br

OCUPAÇÕES QTDE.VAGAS

Ajudante de motorista 01

Analista de recursos humanos 01

Assistente administrativo 01

Auxiliar de manutenção predial 01

Auxiliar em saúde bucal 06

Babá 01

Chapista de lanchonete 01

Churrasqueiro 01

Consultor de vendas 03

Cozinheiro de restaurante 03

Cozinheiro geral 02

Cuidador de idosos 01

Fonoaudiólogo geral 01

Forneiro de padaria 01

Gerente de loja e supermercado 01

Montador de veículos (reparação) 01

Motorista carreteiro 01

Motorista entregador 01

Padeiro 01

Pedreiro 02

Pizzaiolo 01

Promotor de vendas 02

Repositor de mercadorias 01

Representante comercial autônomo 02

Supervisor de vendas comercial 01

Técnico de manutenção elétrica 01

Técnico de refrigeração (instalação) 01

Técnico em manutenção de equipamentos de informática 01

Técnico em segurança do trabalho 02

Tecnólogo em sistemas para internet 01

Torneiro repuxador 01

Vendedor interno 01

Vendedor pracista 04

Total 50

 

PESSOA COM DEFICIÊNCIA

OCUPAÇÕES QTDE.VAGAS

Auxiliar de linha de produção 50

Concreteiro 01

Estoquista 01

Mecânico de motocicletas 01

Recepcionista atendente 01

Total 54

PMDF trabalha sob alerta de sequestros e ataques a policiais militares

O Comando da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) emitiu alerta sobre a intenção de sequestros e ataques a policiais militares e policiais penais federais por parte da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com o documento, o risco é maior para policiais residentes “em sua área de abrangência”.

A Polícia Militar detalhou ainda que as regiões do Distrito Federal em situação delicada abrangem Asa Norte, São Sebastião e Águas Claras. Os batalhões que atendem essas áreas estão sob "atenção especial" e patrulhamento reforçado.

Em virtude do alerta, a Polícia Militar também está realizando pontos de bloqueio no trânsito, próximo ao Jardins Mangueiral, espaço residencial próximo ao Complexo da Papuda.

(Diário do Poder)

CASAL É ALVO DE INVESTIGAÇÃO POR PLANEJAR E$7UPR0 DA PRÓPRIA FILHA

Na manhã desta segunda-feira (4/12), a Polícia Federal deflagrou a Operação Aurora, visando cumprir um mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável e um de busca e apreensão por crimes relacionados à produção, compartilhamento e armazenamento de pornografia infantil.

O mandado de prisão foi emitido contra um morador da cidade de Areia (PB), que já possui condenação anterior por estupro de vulnerável e cumpre pena em regime aberto com uso de tornozeleira eletrônica. O segundo mandado foi emitido contra uma mulher residente em João Pessoa (PB).

As investigações revelaram que o casal trocava mensagens por meio de aplicativos, planejando o estupro da própria filha, atualmente com apenas um ano e quatro meses de idade, e que reside com outro membro da família. Os planos começaram quando a acusada ainda estava grávida.

Além disso, foram encontrados indícios de que o homem abusou sexualmente de outras crianças e adolescentes, registrando esses atos e compartilhando as imagens em grupos de aplicativos de mensagens, inclusive contendo centenas de imagens de abuso de bebês recém-nascidos.

Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de Campina Grande (PB), que determinou o afastamento cautelar do lar da mulher investigada, assim como a proibição dela em manter contato com a própria filha. O Conselho Tutelar prestou auxílio no cumprimento dessa medida.

O casal enfrenta a possibilidade de condenação por crimes como produção de material pornográfico infantil, compartilhamento e armazenamento de imagens contendo cenas de abuso sexual contra crianças, além do estupro de vulnerável. As penas acumuladas podem resultar em até 27 anos de reclusão.

(Folha do Estado)

URGENTE: Ninguém sabe o paradeiro de Marcola, Beira-mar, 157, transferências em oculto. Entenda

Órgãos de segurança pública em todo o Brasil estão em estado de alerta máximo diante de ameaças contínuas do Primeiro Comando da Capital (PCC). A facção criminosa emitiu um “salve”, uma ordem para ass@ssinar policiais, com uma data específica marcada para este domingo (3). Em resposta, houve uma série de transferências de membros de alto escalão de organizações criminosas, visando interromper a comunicação entre os líderes presos e seus subordinados nas ruas.

Líderes do PCC foram isolados na Penitenciária Federal em Brasília, enquanto os chefes do Comando Vermelho (CV) estão detidos em Porto Velho, Rondônia. A unidade de Porto Velho, notória por ser a mais remota entre as penitenciárias federais, enfrenta desafios adicionais, como policiais penais afastados por questões de saúde e sobrecarga de trabalho. Um dos principais líderes do CV, Néstor “Bigode” Báez Alvarenga, foi preso em 2018 no Paraguai e é considerado um braço direito de Fernandinho Beira-Mar, que está no Presídio Federal de Campo Grande.

Os detentos nas prisões federais brasileiras, incluindo aqueles no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, estão demandando uma série de regalias. Entre as exigências estão a extensão do horário de visitas, melhoria na qualidade da alimentação, redução da superlotação das celas e maior acesso às visitas íntimas.

A tensão nos presídios também se manifesta fora das grades. Uma detenta do Presídio Feminino de Brasília perdeu seu regime de trabalho externo após ser flagrada coletando e transmitindo informações para criminosos nas ruas. Além disso, um advogado foi identificado atuando como intermediário de informações entre os presos e o PCC. Essas ações sublinham a complexidade e a gravidade do cenário de segurança pública no Brasil, com as autoridades enfrentando constantes desafios para manter a ordem e a segurança tanto dentro quanto fora das prisões.

(Hora Brasília)

PM de folga agride e mata esposa a tiros após discussão no carro

Na Zona Norte de São Paulo, Thiago Cezar de Lima, policial militar, foi preso em flagrante por assassinar sua esposa, Erika Satelis Ferreira de Lima. Câmeras de segurança registraram a cena chocante, onde Thiago a agrediu e disparou três vezes após uma discussão.

O caso está sendo investigado como feminicídio pela 4ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) Norte. Thiago, de 36 anos, foi levado ao Presídio Romão Gomes, da PM. Erika, 33 anos, casada há seis meses com o policial, deixa duas filhas de um relacionamento anterior.

O policial alegou que atirou após Erika tentar pegar sua arma, versão contestada pelas imagens das câmeras de segurança. A pistola Glock calibre .40 foi apreendida, e a Corregedoria da PM está investigando o caso, enquanto Thiago enfrentará acusações criminais na Polícia Civil.

A Voz de Santa Quiteria

domingo, 3 de dezembro de 2023

Lula fracassa e culpa França por frustrar Mercosul-União Europeia

Petista reconheceu que Macron derrotou Brasil com países ricos enterrando acordo de europeus com bloco sulamericano.
Depois de ter fracassadas suas ambições de firmar um acordo entre os blocos de comércio internacional sul-americanos e europeus, o presidente Lula (PT) culpou países ricos e a França por praticamente enterrar as chances de aliança entre o Mercosul e da União Europeia. A admissão de frustração ocorreu em entrevista coletiva que encerrou sua participação na COP28, em Dubai, neste domingo (3). Um dia depois de o presidente Francêsm Emmanuel Macron derrotar a esperança de Lula e firmar a parceria no evento sobre demandas ambientais do planeta.

“Se não tiver acordo, paciência. Não foi por falta de vontade. Mas a única coisa que tem que ficar claro é que não digam mais que é por conta do Brasil. E que não digam mais que [o acordo] não saiu por conta da América do Sul. Assumam a responsabilidade de que os países ricos não querem fazer um acordo na perspectiva de fazer qualquer concessão”, reagiu o presidente brasileiro.

A fala de Lula responde à postura de Macron, que demonstrou ontem que o lobby do agro francês e europeu está mandando nas conferências ambientais da COP28. O francês defende contrapartidas ambientais do Brasil, enquanto segue contribuindo com o aquecimento global, ignorando a queima de carvão em seu país.

“A França sempre foi o país que criou obstáculos para o acordo do Mercosul com a União Europeia, porque a França tem milhares de pequenos produtores [agrícolas] e eles querem proteger os seus produtos. É isso”, concluiu Lula.

Ontem, o presidente francês defendeu que o acordo é muito antigo e precisa ser refeito, mesmo fazendo parte do grupo que quer triplicar a energia nuclear até 2030, para poder abrir mão do carvão. E teve a cara de pau de afirmar que o agro da França e da Europa está se descarbonizando, acusando o setor agrícola do Brasil de não se adequar a esta exigência ambiental.

(Diário do Poder)

Em Dubai, Lula segue o padrão e se hospeda em hotel de altíssimo luxo

O atual tour internacional de Lula e Janja continua com exigências de hotéis exclusivos para ricaços, o que até rendeu o apelido de “casal esbanja”. Em Dubai, a suíte presidencial do Address Marina, hotel que hospeda o casal, é enorme: 280m². Para desfrutar dos mimos a que Lula tem direito, o pagador de impostos terá que desembolsar mais de nove salários-mínimos, R$12,2 mil por uma única noite, mas poderá desfrutar de bar privativo, passadeira, motorista, cozinha e muito mais…


Casais adoram

O hotel disponibiliza serviço de quarto 24h por dia e é do gosto de casais pela ótima localização, fica a 5 minutos a pé das praias do Golfo Árabe.

Pé e mão

Caso Janja resolva dar um trato nas unhas, serviços de pé e mão custam quase os rins. Variam entre R$332,50 e R$438,90.

Tapa na cútis

Lula, que fez plástica nos olhos, pode curtir o SPA de luxo que promete tratamento exclusivo para o rosto com óleos e produtos orgânicos.

Ao gosto do freguês

Três restaurantes garantem cervejas especiais, pratos árabes, asiáticos, europeus e culinária desde o Mediterrâneo até o Extremo Oriente.

sábado, 2 de dezembro de 2023

Estatais no vermelho: sob Lula, empresas federais voltam a ter déficit

As estatais voltaram ao vermelho com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Chama atenção a rapidez da deterioração das contas das empresas federais em apenas um ano de mandato.

De acordo com o último relatório da Secretaria de Orçamento Federal (SOF) (veja na íntegra), publicado em 22 de novembro, o prejuízo estimado para um conjunto de 22 empresas controladas pela União em 2023 é de R$ 4,5 bilhões. O valor é R$ 1,5 bilhão acima do autorizado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2023, que é de RS 3 bilhões.

Como o déficit será maior que o autorizado, o governo terá de compensar o excedente – com recursos públicos – pela primeira vez em oito anos.

Para economistas ouvidos pela Gazeta do Povo, o aumento é revelador. "Foi muito rápido o estouro das contas. Fica bem nítida para todo mundo a execução de uma gestão, no mínimo, pouco responsável", afirma Juliana Inhasz, economista do Insper.

O rol de empresas com projeção de déficit neste ano – conforme cálculos do governo a partir dos resultados até outubro – tem nomes como Correios, NAV Brasil, Hemobras e Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

Os piores resultados primários esperados para 2023 são os da Emgepron (Empresa Gerencial de Projetos Navais, ligada à Marinha, com déficit de R$ 3,7 bilhões) e Eletronuclear (responsável pelas usinas de Angra dos Reis, com saldo negativo de R$ 1,4 bilhão).

O relatório também tem empresas no positivo, com destaque para Infraero (superávit esperado de R$ 732 milhões no ano) e ENBPar (controladora de Itaipu e Eletronuclear, com R$ 642 milhões).

Dentro do rombo de R$ 4,5 bilhões projetado pelo próprio governo não estão incluídos os resultados da Petrobras nem de empresas do setor financeiro, como Caixa e Banco do Brasil. Algumas empresas também tem contabilidades excluídas dos cálculos para a LDO, por critérios de investimentos estratégicos.

Economistas afirmam que os maus resultados do conjunto de empresas se devem principalmente ao elevado peso dos gastos com pessoal. "Há um sequestro político de parte das estatais, com inchaço de quadros não técnicos", diz Inhasz.

Murilo Viana, especialista em contas públicas, destaca que algumas dessas empresas têm problemas crônicos de gestão, como os Correios, que tem o terceiro pior resultado projetado para o ano (déficit de R$ 274 milhões, segundo o relatório da SOF). "Ao longo dos anos houve uma deterioração das finanças e da gestão", afirma Viana.

O governo de Jair Bolsonaro (PL) pretendia privatizar a estatal e chegou a obter o aval da Câmara, mas a proposta parou no Senado e depois, com a posse de Lula, foi abandonada de vez.

Para Marcelo Farias, presidente do Instituto Liberal de São Paulo (ILSP), o rombo atual não deveria surpreender porque traduz a essência de utilização o serviço público pelos apadrinhados e a natureza perdulária da gestão petista.

"O governo já iniciou o mandato com a perspectiva de gastar mais, como ficou claro com a PEC da Transição. Começou o mandato em déficit", afirma.


Estatais tiveram superávit em 4 dos últimos 5 anos; déficit voltou em 2023

Segundo o Banco Central mostram que as empresas estatais federais foram superavitárias em quatro dos últimos cinco anos. A contabilidade do BC não inclui empresas dos grupos Petrobras e Eletrobras.

De 2018 para cá, o único déficit primário na estatística compilada pelo BC foi registrado em 2020, ano da pandemia, quando o saldo ficou negativo em R$ 614 milhões.

Anteriormente, essas empresas tiveram balanços deficitários em 11 de 12 anos – no intervalo de 2006 a 2017, só houve resultado primário positivo em 2011.

O dado mais recente do BC indica que as estatais federais acumularam déficit de R$ 263 milhões de janeiro a setembro deste ano. No mesmo intervalo de 2022, elas exibiam superávit de R$ 6,1 bilhões.

Resultado primário das empresas estatais federais (não inclui grupos Petrobras e Eletrobras). Fonte: Banco Central

2002 Superávit de R$ 1,454 bilhão

2003 Déficit de R$ 985 milhões

2004 Superávit de R$ 44 milhões

2005 Superávit de R$ 959 milhões

2006 Déficit de R$ 685 milhões

2007 Déficit de R$ 1,620 bilhão

2008 Déficit de R$ 418 milhões

2009 Déficit de R$ 1,609 bilhão

2010 Déficit de R$ 624 milhões

2011 Superávit de R$ 579 milhões

2012 Déficit de R$ 1,056 bilhão

2013 Déficit de R$ 544 milhões

2014 Déficit de R$ 2,008 bilhões

2015 Déficit de R$ 1,729 bilhão

2016 Déficit de R$ 836 milhões

2017 Déficit de R$ 952 milhões

2018 Superávit de R$ 3,466 bilhões

2019 Superávit de R$ 10,292 bilhões

2020 Déficit de R$ 614 milhões

2021 Superávit de R$ 3,030 bilhões

2022 Superávit de R$ 4,754 bilhões


Déficit terá de ser compensado pelo governo pela primeira vez em oito anos

Conforme admite o relatório da SOF, o déficit das empresas de 2023 terá de ser restituído pelo governo. Essa compensação ocorre quando o prejuízo das empresas é maior que o previsto.

Nos últimos anos, porém, essa compensação não estava sendo necessária, uma vez que as estatais vinham tendo resultado positivo ou eventuais déficits não superavam as metas.

"Com o fim do mandato da [ex-presidente] Dilma [Roussef], as estatais ganharam muita eficiência graças a melhorias de gestão e, sobretudo, ao estancamento da influência política para indicação aos cargos", diz Inhasz.

Os governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) também promoveram ações para o saneamento financeiro das estatais, entre elas a redução no quadro de pessoal em 13% entre 2018 e setembro de 2022.


Estatais alegam investimentos para explicar déficit

Com déficit projetado de R$ 3,7 bilhões, a Emgepron nega má administração e diz que o resultado "aparentemente negativo" se refere a investimentos que serão cobertos com caixa próprio.

"Os recursos serão destinados efetivamente ao pagamento dos marcos contratuais que serão executados ao longo de 2023, na construção de 4 Fragatas da Classe Tamandaré", afirmou a empresa, segundo o site Poder360.

A Eletronuclear, com resultado negativo de R$ 1,4 bilhão, afirma que "o resultado primário de uma empresa estatal não dependente, como a Eletronuclear, não reflete sua situação financeira".

Na década passada, a empresa ganhou manchetes por causa da condenação de seu ex-presidente Othon Luiz Pinheiro da Silva a 43 anos de prisão pelo juiz federal Marcelo Bretas, em decorrência da Operação Lava Jato, por corrupção na construção da usina de Angra 3. No ano passado, o Tribunal Regional Federal da 2.ª Região reduziu a pena para 4 anos e 10 meses, substituindo a reclusão por duas restritivas de direitos.

A ministra Esther Dweck, da Gestão e Inovação, atribui aos investimentos em energia os resultados da Eletronuclear. Seu ministério emitiu uma nota afirmando que não existia "rombo", e sim "investimentos com recursos que as empresas já têm em caixa".

"O déficit é uma medida calculada com receitas e despesas de cada ano, então não considera os recursos que existem em caixa de anos anteriores", diz a pasta.

"Desde abril de 2022, já havia a previsão do déficit de estatais de R$ 3 bilhões. E a revisão feita em maio deste ano foi para incorporar o grupo ENBPar, porque não tinha sido feito pelo governo anterior, após a privatização da Eletrobras", prossegue a nota.

Na perspectiva de Juliana Inhasz, a ministra tentou "suavizar" o mal-estar com os números e o desgaste do governo, mas a justificativa não convence.

"Não existem tantos investimentos assim. Os níveis de investimento no país andam muito baixos. Todos os indícios são de má gestão por conta de um governo estatizador que dá o sinal que, independente do resultado operacional, o Tesouro vai bancar o prejuízo", afirma.

Murilo Viana, especialista em contas públicas, destaca que, sejam os resultados incluídos ou não na meta das estatais federais, o impacto nas contas do governo é o mesmo. "No final do dia, é tudo dinheiro público e é um só. Num cenário de tempo tão curto para cumprir uma meta fiscal, qualquer valor vai fazer falta ao governo", afirma.


Números acendem luzes de alerta sobre as estatais

Para especialistas, os números divulgados acendem luzes de alerta sobre as estatais. Eles veem falta transparência sobre a administração das empresas e seus investimentos. "Os balanços das empresas precisam ser melhor investigados", acredita Viana.

O governo Lula deixou de publicar o Boletim das Empresas Estatais Federais, que era elaborado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest).

O informativo trazia dados trimestrais sobre as empresas estatais federais, entre elas orçamentos, investimentos e aportes da União, além da evolução do quadro de pessoal e despesas. O último disponível no site da Sest é o relatório do 3.º trimestre de 2022, ainda no governo Bolsonaro.

"Sem dados confiáveis é difícil estabelecer a vigilância necessária. Talvez não haja interesse em divulgar para não mostrar a deterioração", diz Inhaz.

(Gazeta do Povo)

PM prende suspeitos de integrar maior milícia do Rio de Janeiro

A Polícia Militar prendeu na tarde deste sábado (2) três homens suspeitos de integrar a milícia de Zinho, um dos criminosos mais procurados do Rio de Janeiro.

De acordo com a PM, policiais do 27°BPM (Santa Cruz) foram acionados para uma ocorrência de evento ilegal na Rua Cedro Amarelo, em Guaratiba, na zona Oeste da capital. Durante o cerco, vários suspeitos tentaram fugir, mas um carro foi interceptado com os três milicianos.

Na ação, a PM aprendeu 4 armas, umas delas é do policial militar reformado Marcelo Amaro R. da Silva, morto no dia 7 de setembro, em Guadalupe, na zona Norte do Rio.

Após buscas no local, a polícia também apreendeu 48 munições, um carro, uma moto e celulares.

Milícia de Zinho é investigada por morte de cabo da PM

Em quatro dias, a PM prendeu ao menos cinco homens e um sexto suspeito morreu após um confronto com a polícia. Todos são acusados de integrar a milícia de Zinho, investigada pela morte da Cabo da PM Vaneza Lobão. Na sexta-feira (24/11), a policial foi morta a tiros quando saía de casa, em Santa Cruz, na Zona Oeste da capital. No mesmo dia do crime, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que há fortes indícios de que Vaneza foi morta a mando da maior milícia do estado.

Lobão trabalhava em um setor da PM que investiga milicianos e contraventores.

Fonte: CNN Brasil

Área de mina em Maceió registra novo tremor e risco de colapso aumenta

A área da mina 18 da Braskem, em Maceió, registrou um novo tremor na madrugada deste sábado (2). Em nota, a Defesa Civil, afirmou que foi registrado um abalo sismo com magnitude de 0,89 a cerca de 300 metros de profundidade.

O deslocamento vertical acumulado da mina, localizada no antigo campo de futebol do CSA, no bairro de Mutange, é de 1,56 cm e velocidade de 0,7 cm por hora. Nas últimas 24 horas, com base em análises sísmicas, foi identificado que a região registrou movimento de 13 cm. A mina, de exploração de sal-gema, pode colapsar a qualquer momento, já que existe um aumento significativo de movimentação da mina 18, deixando a população maceioense em alerta.

“Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, informou o órgão, em nota divulgada na manhã deste sábado.
Imóveis desocupados

O governo federal autorizou o reconhecimento do estado de emergência em Maceió, por 180 dias, em razão do afundamento da mina. Até o momento, 14 mil imóveis foram desocupados, afetando 55 mil pessoas.

Conforme o Correio mostrou hoje mais cedo, o ministro dos Transportes, Renan Filho, disse, ontem, que a petroquímica Braskem será responsabilizada civil e criminalmente pelo problema. Ele afirmou que a União está atuando para minimizar os impactos da tragédia e ressaltou que a empresa deverá pagar por todo prejuízo ambiental e financeiro causado.

“O governo federal enxerga que a gente tem que ter esforços para trabalhar pela solução. Agora, quem deve pagar pelo dano é a Braskem. Ninguém deve se responsabilizar por isso. Nem para o governo federal, nem para o governo do estado, nem para a prefeitura”, disse a jornalistas.

O problema se deu na extração do sal-gema na região, que começou no início da década de 1970. O minério é utilizado para fabricar soda cáustica e PVC. Os primeiros problemas de rachadura das minas ocorreram em fevereiro de 2018. Em março daquele ano, ocorreu um tremor considerado grave, que atingiu as crateras no solo e atingiu estruturas de imóveis dos moradores da proximidade.

(Folha do Estado)

Lula faz tour no Oriente Médio e afirma em entrevista que primeiro-ministro de Israel é extremista

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, é “uma pessoa extremista, de extrema direita, e com sensibilidade baixa para os problemas do povo palestino”.

Lula também voltou a chamar o conflito entre Israel e o grupo radical islâmico Hamas de “genocídio”.

"Não se trata de uma guerra tradicional, mas de um genocídio, que mata milhares de crianças e mulheres que não têm culpa alguma”, disse ele.

As declarações do presidente foram dadas durante uma entrevista ao canal de TV do Catar Al Jazeera, transmitida na noite de sexta-feira (1º).

Lula também criticou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, dizendo que ele não teve “sensibilidade de falar para acabar com essa guerra”.

O líder brasileiro condenou a decisão americana de vetar uma resolução proposta pelo Brasil no Conselho de Segurança da ONU para criar um cessar-fogo.

“Não posso entender como um homem tão importante como o presidente Biden, do país mais importante do planeta, não teve a sensibilidade de falar para acabar com essa guerra. Os Estados Unidos poderiam ter parado a guerra”, afirmou.

Lula também fez mais acenos favoráveis ao presidente russo, Vladimir Putin.

Ele disse que o conflito entre Rússia e Ucrânia poderia ser resolvido através do diálogo, ao invés da guerra.

Segundo o presidente brasileiro, as conversas são “mais baratas” do que as armas.

Lula chegou a propor um referendo nas quatro regiões da Ucrânia invadidas e ilegalmente anexadas pela Rússia.

No ano passado, Moscou colocou em prática justamente essa ideia, promovendo “referendos” nas regiões ocupadas – num ato considerado ilegal pela comunidade internacional.
Folha do Estado

Brasileiros que vivem na fronteira temem problemas na Guiana

Bonfim, em Roraima, é uma cidade pequena, com apenas 13 mil habitantes. Mas, se não chama atenção pelo tamanho, ou por qualquer atrativo turístico, destaca-se por ser a única conexão viária terrestre do exterior com a Guiana, nosso vizinho sul-americano que teve a maior taxa de crescimento econômico mundial, em 2022 (62,3%), segundo o Fundo Monetário Internacional.

A Guiana faz fronteira com Brasil, Venezuela e Suriname. Além do Brasil, apenas Suriname tem posto fronteiriço com o território guianês, mas, ali, a travessia entre os dois países é feita de barco, diferentemente de Bonfim, onde uma ponte liga Brasil e Guiana.

Bonfim e a guianesa Lethem são cidades irmãs, consideradas um arranjo populacional internacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todos os dias, vários brasileiros cruzam a fronteira para fazer compras nas lojas mais baratas da Guiana, para trabalhar ou para fazer negócios com a nova revelação da economia mundial.

Nascido em Minas Gerais, Robero Osme já morou na capital da Guiana, Georgetown, antes de se estabelecer há três anos em Bonfim. Há mais de uma década, mantém um hotel no município brasileiro, que vive desse trânsito entre as duas cidades.

“Ninguém vem passear em Bonfim. Aqui não tem ponto turístico, não tem nada. As pessoas passam aqui para fazer negócio, vão para a Guiana. Aqui é uma porta de saída [para o país vizinho]”, explica Osme.

Assim como outros moradores de Bonfim, ele tem receios em relação ao aumento das hostilidades entre Venezuela e Guiana, uma vez que o governo venezuelano realizará um referendo no próximo domingo (3), a fim de consultar a população sobre a redefinição da fronteira entre os dois países de modo a anexar 75% da Guiana.
'Se fronteira fechar, acabou'

Segundo ele, um dos receios imediatos é o fechamento da fronteira entre Brasil e Guiana, composta por uma ponte que atravessa o rio Tacutu. “Nós sofremos aqui com a covid. Ficamos fechados aqui durante quase dois anos [devido ao fechamento da fronteira]. Nós não tínhamos dinheiro nem para pagar a energia. E isso pode acontecer novamente. Se fechar a fronteira, acabou”, afirmou o dono do hotel.

Um possível fechamento da fronteira também preocupa Tarcísio Bezerra Almeida, dono de uma loja de materiais de construção em Bonfim. “O principal medo da gente que empreende aqui é a questão do fechamento da Fronteira. Existe boato da possibilidade de haver um fechamento. Isso impactaria diretamente nossa mercadoria”, afirma o brasileiro, que vende produtos de construção, como tijolos, para clientes em Lethem.

Almeida disse que, nos últimos dias, tem presenciado um aumento da fiscalização na fronteira entre Brasil e Guiana. “Hoje em dia, a fronteira da Guiana está aquecida. A Guiana está com um poder de compra muito grande e passa muita mercadoria lá para dentro. A gente tem uma fábrica de tijolos e nosso caminhão todo dia vai para Lethem. A gente manda mercadoria até para Georgetown”, conta ele.

Ambos empresários não desejam ver uma mudança de soberania em Lethem. “Do jeito que está, está ótimo. Não desejo que haja uma mudança não. Mas também não acredito que haverá essa mudança”, disse Almeida.

“Hoje nós temos como vizinhos o país que mais cresce no mundo. O comércio está incrementando muito. [Se Lethem passar à administração venezuelana] vamos passar a ter como vizinho um país que não cresce”, ressalta Osme. “De cinco a oito anos para cá, o comércio com a Guiana cresceu assustadoramente. E agora pode simplesmente zerar”.

O Ministério da Defesa brasileiro informou que tem acompanhado a situação e que intensificou suas ações na “fronteira ao norte do país”, com um aumento da presença de militares na região.

Já o Ministério das Relações Exteriores defende que Venezuela e Guiana busquem uma solução pacífica para a controvérsia.

(Folha do Estado)

Policial militar que matou jovem dentro da Delegacia de Camocim é demitido da Corporação

O soldado George Tarick de Vasconcelos Ferreira, de 34 anos, foi demitido da Polícia Militar do Ceará (PMCE), por decisão da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD), em razão de ter matado Mateus Silva Cruz, 19, dentro da Delegacia Regional de Camocim, em fevereiro do ano passado. A Justiça Estadual já decidiu levar o PM a julgamento pelo homicídio.

A demissão foi publicada pela CGD no Diário Oficial do Estado (DOE) da última sexta-feira (1º). O controlador geral Rodrigo Bona Carneiro acatou os relatórios Final e Comprementar elaborados pela Comissão Processante, "em face da prática de atos que revelam incompatibilidade com a função militar estadual, comprovado mediante Processo Regular". O policial tem 10 dias corridos para recorrer.

"Considerando que o resultado transgressivo morte possui nexo de causalidade incontestável com a conduta do acusado e não há nos autos nenhuma prova minimamente consistente de que tenha havido causa excludente de ilicitude ou dirimente da culpabilidade, perfazendo-se, deste modo, todos os requisitos para a configuração da transgressão equiparada ao crime de homicídio", afirmou a Controladoria, na portaria.

Segundo o documento, George Tarick alegou que, "no momento que entrou na delegacia para saber se o delegado estava na delegacia, Mateus disse: ‘Tu vai morrer, tu e teus filhos, sua desgraça’; que aí quando partiu para a família e os filhos, foi o momento que puxou a arma e perdeu o controle; que ficou cego e não foi normal aquilo ali”.

Ainda assim, a CGD concluiu "ser impossível acolher a versão do processado. Por mais que ele possa ter sido agredido em momento anterior pela vítima, sua reação não se justifica de modo algum, ainda mais se tratando de um policial militar, sendo manifestamente desproporcional matar alguém em razão de tal motivo, o que vem a ser exatamente que caracteriza a futilidade".

O policial militar foi preso em flagrante após matar o jovem a tiros, dentro da Delegacia Regional de Camocim, no dia 6 de fevereiro de 2022. Acusado e vítima foram levados à Delegacia após se desentenderem em uma festa, na praia de Camocim, naquela madrugada.

PM VAI A JÚRI POPULAR PELO CRIME

Na esfera criminal, a 1ª Vara da Comarca de Camocim decidiu levar o policial militar George Tarick de Vasconcelos Ferreira a júri popular, pelo assassinato de Mateus Silva Cruz, em decisão proferida no dia 20 de fevereiro deste ano.

O PM deve ser julgado por homicídio triplamente qualificado (por motivo fútil, por meio cruel e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima).

Ainda não há data marcada para o julgamento. A defesa de George Tarick recorreu da decisão ao Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), onde o recurso foi negado, e depois ingressou com Recurso Especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A reportagem não localizou a defesa do acusado, para comentar a demissão do cliente.

(Diário do Nordeste)
Foto: Fabiane de Paula

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

12 ANOS FORAGIDO: Engenheiro apontado como responsável por túnel que permitiu furto milionário ao Banco Central é preso

Policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de São Paulo prenderam Marcos Rogério, o "Cabeção", um engenheiro apontado como o responsável por projetar e supervisionar o túnel que permitiu o furto, em 2005, de R$ 164 milhões dos cofres do Banco Central, em Fortaleza, no Ceará.

A prisão ocorreu nesta sexta-feira (1º), em Sorocaba, no interior do estado. O procurado estava foragido havia 12 anos, desde que foi retirado por homens fortemente armados do Presídio de Itatinga, no Estado do Ceará. A defesa dele não foi localizada.

A prisão foi feita por policiais da 1ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo e Latrocínio). Segundo a investigação, a equipe passou a apurar informações de que o homem estava frequentando um imóvel na cidade de Salto, também no interior do estado.

O procurado passou a ser monitorado e foi localizado em um shopping na Zona Sul de Sorocaba. A abordagem ocorreu na avenida Professora Izoraida Marques Peres. Não houve resistência à prisão.

Os policiais também cumpriram mandado de busca e apreensão no imóvel no Residencial Icaraí, em Salto, onde morava a esposa de Marcos.

Em setembro, outro homem, conhecido como "Bocão", apontado como um dos mentores do crime, foi preso em Sumaré, também no interior de São Paulo.

A prisão de “Bocão”, que foi condenado a 49 anos de prisão, foi feita após um trabalho de inteligência da Polícia Militar. Ele estava em um imóvel no Jardim Salermo, onde havia cerca de um quilo de cocaína, 1,5 quilo de maconha, balanças de precisão, dinheiro e diversos celulares.


Relembre o caso

Na madrugada de 5 para 6 de agosto de 2005, uma quadrilha entrou no caixa-forte do Banco Central por meio de um túnel, levando mais de três toneladas em notas de R$ 50. Para retirar o dinheiro, passaram por baixo de uma das mais movimentadas vias do Centro de Fortaleza, a Avenida Dom Manuel.

O túnel partia de uma casa alugada pela quadrilha. O crime só foi descoberto no início do expediente da segunda-feira. Dos R$ 164,7 milhões furtados, a Polícia Federal estima que, no máximo, R$ 60 milhões foram recuperados, por meio da venda de bens dos participantes ou pelo resgate de quantias em espécie durante as investigações.

G1

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