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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Justiça manda soltar suspeito de roubar arma de PM baleado no pescoço

A Justiça de São Paulo mandou soltar Gabriel Vieira dos Santos, suspeito de roubar a arma do cabo da Polícia Militar (PM) Johannes Santana, baleado no pescoço durante uma abordagem, em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, no último dia 7 de agosto.

A decisão foi assinada pela juíza Juliana Dias Almeida de Filippo, na última sexta-feira (5/9). A determinação da magistrada aconteceu junto com a negativa para a prisão preventiva de Gabriel, levando em conta o fato de o suspeito ser réu primário e ter bons antecedentes.

“Não se verifica, a princípio, qualquer comportamento do corréu Gabriel que justificasse a medida extrema da segregação cautelar”, explica a juíza. Ela ainda completa dizendo “que as medidas cautelares diversas da prisão se revelariam suficientes à hipótese”.

Mesmo solto, Gabriel deve cumprir duas medidas cautelares: comparecimento bimestral em juízo para justificar suas atividades e proibição de se ausentar da comarca por prazo superior ao de sete dias, sem autorização prévia do juízo.

Um eventual descumprimento das cautelares poderá resultar na decretação de prisão preventiva.


Prisão de Gabriel

- Gabriel Vieira dos Santos foi preso pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) dois dias após o crime.
- Com o detido, as autoridades também recuperaram a pistola usada pelo policial militar no momento em que foi baleado e uma lanterna.
- O suspeito foi encaminhado à sede do departamento.
Prisão preventiva para atirador foragido

No mesmo documento em que determinou a soltura de Gabriel, a juíza decretou a prisão preventiva de Kauan Alison Alves dos Santos.

Na decisão, a magistrada afirmou que existe prova de materialidade e indícios da autoria no disparo contra o pescoço do policial militar. Além disso, há a previsão do suspeito ser punido com uma pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos.


PM baleado no pescoço

No dia 7 de agosto, o cabo da Polícia Militar (PM) Johannes Santana foi baleado no pescoço durante uma abordagem policial na favela de Paraisópolis.

Em imagens da câmera corporal do agente, é possível ver toda a dinâmica de perseguição do suspeito até a chegada do socorro para atender socorrer o policial. Ele fica cerca de três minutos em contato com o Copom.

Santana repete várias vezes que foi baleado, que teve a arma roubada e que está sangrando. É possível ver que em em alguns momentos ele pergunta aos moradores que testemunharam a ocorrência se foi atingido por uma pedra ou um tiro.

As imagens também revelam a dinâmica da perseguição que resultou no PM baleado. O agente, em uma moto, segue o suspeito até conseguir alcançá-lo em uma travessa da favela.

Durante a abordagem, populares que presenciavam a cena se aproximam e questionam a ação do PM dizendo para ele abaixar a arma. “Ae rapaziada cola ai, vamos ajudar o moleque”, diz uma das testemunhas. Enquanto isso, o suspeito resiste à abordagem policial.

Em um determinado momento, uma testemunha tenta puxar o suspeito e evitar a imobilização policial. Posteriormente, começa uma luta corporal em que o suspeito fica próximo à cabeça do agente, levanta a arma e atira à queima-roupa no pescoço do PM. Pelas imagens corporais, nota-se que o cabo Santana não percebe que o suspeito está armado.

Após o disparo, o policial cai ofegante no chão, e os vizinhos começam a gritar. Imediatamente, ele aciona o Copom e pede apoio, avisando que foi baleado e que teve a arma roubada pelos suspeitos. “Roubaram minha arma. Estou baleado.”

Após alguns segundos, o cabo Santana se levanta e chega a perguntar aos moradores da região se havia levado uma pedrada ou um tiro: “Foi tiro, moço. Foi tiro”. Posteriormente, ele volta a pedir socorro no Copom, dizendo que está perdendo os sentidos.

Ao fim do vídeo, o policial relata estar vendo uma sirene policial na região, mas que passou reto e não foi lhe socorrer. Depois de poucos minutos, chegaram viaturas da Rotam e a equipe o socorreu.

O PM foi hospitalizado, permaneceu internado por um dia. Depois de passar por uma tomografia que confirmou a asuência de problemas mais sérios em razão do disparo no pescoço, ele recebeu alta médica.


Buscas pelo atirador

A PM ainda procura pelo atirador flagrado nas imagens da ação há dois dias em Paraisópolis.

Ele foi identificado como Kauan Alison Alves dos Santos, de 20 anos, e tem passagens criminais por roubos desde a adolescência — são dois atos infracionais, registrados em 2022, um no ano de 2023 e uma passagem quando já adulto, em 2024.

Fonte: Metrópoles

EUA citam uso de “poder militar” em prol da liberdade no Brasil

Declaração da porta-voz do governo Trump foi feita se referindo à ofensiva do Judiciário contra Jair Bolsonaro.
O governo Donald Trump mencionou o uso do “poder militar” dos Estados Unidos para “garantir a liberdade de expressão”, em referência ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi feita pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, nesta terça-feira (9).

Em uma coletiva de imprensa, foi dirigida uma pergunta a Leavitt sobre eventuais novas punições ao Brasil em razão da perseguição ao ex-presidente brasileiro em curso. Foi aí que a porta-voz do governo Trump declarou que a gestão do republicano não teme a utilização do “poder militar” do país para garantir a liberdade de expressão no mundo.

– Eu não tenho nenhuma ação adicional para antecipar para vocês hoje. Mas posso dizer que isso é uma prioridade para a administração, e o presidente não tem medo de usar o poder econômico, o poder militar dos Estados Unidos da América para proteger a liberdade de expressão ao redor do mundo – disse Leavitt.

Nesta terça, Alexandre de Moraes, relator da ação penal contra Jair Bolsonaro e mais sete réus, votou pela condenação do líder da direita no Brasil. Em discurso inflamado de retórica política, o magistrado chegou a associar a pessoa de Bolsonaro a um ditador. (FONTE: PLENO NEWS)

Motorista de ambulância é perseguido na zona rural de Sobral

Na manhã desta terça-feira, dia 9, o motorista da ambulância da localidade de Pedra de Fogo, zona rural de Sobral, seguia com dois pacientes em direção à localidade de Ipueirinhas quando foi surpreendido por dois indivíduos em uma motocicleta que efetuaram a perseguição. O motorista conseguiu se desvencilhar dos criminosos e manter o trajeto seguro para atender aos pacientes. A vítima registrou boletim de ocorrência, e a Polícia Civil informou que irá investigar os fatos para esclarecer a motivação e a autoria do crime.

UTILIDADE PÚBLICA: ACHADOS E PERDIDOS

Os documentos de Alexandro Rodrigues Agostinho foram encontrados e estão disponíveis no restaurante "TEMPERO CASEIRO", na Rua Eurípedes Ferreira Gomes. Contato: (88) 99379.5609.

Moraes vota para condenar Jair Bolsonaro e os outros sete réus

Julgamento continuará na tarde desta terça-feira com voto de Flávio Dino.
O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação sobre a suposta trama de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF), votou por mais de 5h nesta terça-feira (9) e opinou pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado. Ele também considerou culpados sete corréus, entre militares da ativa e da reserva e ex-auxiliares de Bolsonaro.

Em seu voto, Moraes afirmou que as provas produzidas em juízo não teriam deixado margem de dúvidas sobre a intensa interação e direto acesso que todos os réus tinham a aquele que o ministro classificou como “líder da organização criminosa”, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

– A atuação delitiva e a prática de atos executórios pela organização criminosa iniciaram-se com a utilização de órgãos públicos, para construção e divulgação de uma falsa e ilícita versão sobre vulnerabilidade das urnas eletrônicas e falta de legitimidade da justiça eleitoral, com a finalidade de gerar instabilidade institucional e caos social – declarou.

Moraes votou pela condenação dos oito réus (Jair Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto e Mauro Cid) pelos crimes de organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado.

Já em relação aos crimes de dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado, Moraes votou pela condenação de sete dos oito réus do núcleo crucial, deixando de fora o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), já que a ação contra o parlamentar por esses dois crimes foi suspensa pela Câmara dos Deputados.

O julgamento continua com a manifestação dos demais ministros da Primeira Turma. O próximo a votar é o ministro Flávio Dino.

*Com informações AE

Dezenove morrem no Nepal em protesto da “Geração Z” contra proibição de redes sociais

"A polícia está atirando indiscriminadamente", disse um manifestante à agência de notícias ANI.
KATHMANDU (Reuters) – Distúrbios mataram pelo menos 19 pessoas no Nepal nesta segunda-feira, disseram autoridades, enquanto a polícia disparou gás lacrimogêneo e balas de borracha contra manifestantes que tentavam invadir o Parlamento, irritados com o fechamento das mídias sociais e com a corrupção.

Alguns manifestantes forçaram a entrada no complexo do Parlamento ao romper uma barricada, disse uma autoridade local, incendiando uma ambulância e atirando objetos contra a polícia de choque.

“A polícia está atirando indiscriminadamente”, disse um manifestante à agência de notícias ANI. “(Eles) dispararam balas que não me acertaram, mas atingiram um amigo que estava atrás de mim. Ele foi atingido na mão.”

Mais de 100 pessoas, incluindo 28 policiais, estavam recebendo tratamento médico para ferimentos, informou o policial Shekhar Khanal à Reuters. Manifestantes transportavam os feridos para o hospital em motos.

Outras duas pessoas morreram quando os protestos na cidade de Itahari, no leste do país, se tornaram violentos, informou a polícia.

O primeiro-ministro K.P. Sharma Oli convocou uma reunião ministerial de emergência para discutir os distúrbios, que eclodiram depois que milhares de jovens, muitos deles vestindo uniformes escolares ou universitários, foram às ruas na manhã de segunda-feira.

Ekram Giri, porta-voz do Parlamento, afirmou que alguns manifestantes entraram nas instalações, mas não no prédio principal, e foram expulsos pela polícia.

Os organizadores dos protestos, que se espalharam por outras cidades do país no Himalaia, chamaram-nos de “manifestações da Geração Z”. Eles dizem que os protestos refletem a frustração generalizada dos jovens com o governo e a raiva em relação às suas políticas.


“Este é o protesto da nova geração no Nepal”, disse outro manifestante à ANI.

Uma decisão do governo de bloquear o acesso a várias plataformas de mídia social, incluindo o Facebook, na semana passada, alimentou a ira entre os jovens. Cerca de 90% dos 30 milhões de habitantes do Nepal usam a internet.

As autoridades disseram que impuseram a proibição porque as plataformas não se registraram com as autoridades em uma repressão ao uso indevido, incluindo contas falsas de mídia social usadas para espalhar discursos de ódio e notícias falsas, e cometimento de fraudes.

A polícia recebeu ordens para usar canhões de água, cassetetes e balas de borracha para controlar a multidão e o Exército foi enviado para a área dos protestos para reforçar os agentes da lei, disse Muktiram Rijal, porta-voz do escritório distrital de Katmandu, à Reuters.

Ele disse que o toque de recolher, que permanecerá em vigor até as 22h, horário local, foi estendido à área de Singha Durbar, em Katmandu, que inclui o gabinete do primeiro-ministro e outros prédios do governo.

Fonte: Infomoney

Pai e filha são encontrados mortos em carro caído em canal

Pai e filha foram encontrados nesse domingo (7/9) em carro que ficou submerso. Caso ocorreu na cidade de Brejo Santo, interior do Ceará

Pai e filha morreram após o carro em que estavam sofrer um acidente e cair em um canal da transposição do Rio São Francisco, na zona rural de Brejo Santo, interior do Ceará.

O veículo foi encontrado submerso na tarde desse domingo (7/9), por volta das 15h30.

As vítimas foram identificadas como Mateus Rodrigues, de 29 anos, e a filha Ysis Amaro, de 4. O Corpo de Bombeiros foi acionado para resgatar os corpos.

Ainda não estão claras as circunstâncias que levaram Mateus e a filha a cair no canal. Autoridades locais investigam o acidente.

Via portal Fa Notícias

ATENÇÃO! 154 VAGAS DE EMPREGO DISPONÍVEIS HOJE (9) EM SOBRAL

FAÇA SEU AGENDAMENTO AQUI

OCUPAÇÕES QTDE.VAGAS

Ajudante de obras 02

Alinhador de direção 01

Assessor de microcrédito 05

Assistente administrativo 01

Atendente de clínica médica 03

Atendente de lojas 01

Atendente do setor de hortifrutigranjeiros 01

Auxiliar administrativo 02

Auxiliar de cozinha 01

Auxiliar de limpeza 03

Auxiliar de mecânico de autos 01

Auxiliar de pedreiro 03

Camareira de hotel 01

Carpinteiro de obras 10

Chefe de serviços de saúde 01

Consultor de vendas 16

Coordenador de microcrédito 01

Costureira de máquina overloque 01

Costureira de máquina reta 02

Costureira em geral 02

Cozinheiro de restaurante 01

Cozinheiro geral 02

Desenhista industrial gráfico (designer gráfico) 01

Eletricista de instalações 10

Empregado doméstico nos serviços gerais 01

Empregado doméstico arrumador 01

Encarregado administrativo 01

Encarregado de obras 01

Estoquista 02

Fiscal de prevenção de perdas 01

Garçom 01

Gerente de vendas 01

Impressor serigráfico 03

Mecânico de auto em geral 01

Mecânico de automóveis e caminhões 05

Mecânico de manutenção de motocicletas 01

Mecânico de motor a diesel 03

Mecânico eletricista de automóveis 01

Motorista de caminhão 03

Operador de caixa 02

Operador de empilhadeira 01

Padeiro 01

Pedreiro 15

Preparador físico 05

Recepcionista atendente 02

Recepcionista de consultório médico ou dentário 01

Recepcionista, em geral 01

Representante comercial autônomo 02

Supervisor comercial 03

Supervisor de manutenção de máquinas e equipamentos 01

Supervisor de vendas comercial 01

Técnico de enfermagem 01

Técnico em saúde bucal 02

Vendedor de informações comerciais 01

Vendedor interno 04

Vendedor porta a porta 05

Vendedor pracista 04

Vidraceiro colocador de vidros 01

Total 151

 

PESSOA COM DEFICIÊNCIA

OCUPAÇÕES QTDE.VAGAS

Armador de estrutura de concreto 01

Auxiliar de expedição 01

Auxiliar de limpeza 01

Total 03

FUX IMPÕE FIRMEZA no STF e desafia protagonismo de Moraes

Ministro promete retomar pontos cruciais e reforçar voto no julgamento de Bolsonaro e aliados.
A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta segunda-feira (9) o julgamento final do núcleo 1 do processo que apura a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus nos atos de 8 de janeiro. A sessão tem como ponto central a leitura do voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, quando foi interrompido pelo ministro Luiz Fux.

Fux destacou que pretende retomar argumentos já apresentados em seu voto na denúncia sobre as preliminares levantadas pelas defesas, sinalizando que poderá reforçar pontos cruciais no debate. O julgamento desta etapa é decisivo para a definição das responsabilidades atribuídas aos acusados. Assista o trecho registrando a intervenção do ministro.

Via Blog César Wagner

"Tadala em alta”: Anvisa emite alerta sobre uso indiscriminado de medicamentos para disfunção erétil

A Anvisa publicou um alerta sobre os riscos do uso indiscriminado de medicamentos como sildenafila, tadalafila, vardenafila, udenafila e lodenafila, especialmente fora das indicações médicas e em produtos não autorizados. 

O uso recreativo ou estético dessas substâncias pode causar efeitos graves, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), hipotensão (pressão baixa), perda de visão ou audição, além de dependência psicológica. 

A Agência alerta ainda para a comercialização irregular de produtos contendo essas substâncias, como gomas e suplementos. A Anvisa reforça que tais formulações não têm aprovação para uso em atividades físicas, ganho de massa muscular ou aumento de desempenho sexual. Essas substâncias são aprovadas como medicamentos de venda sob prescrição médica e não podem constar da lista de composição de produtos enquadrados em outras categorias de produtos, como os suplementos alimentares. 

Recomendações à população e aos profissionais de saúde 

População 

-Não utilize preparações manipuladas sem prescrição. 
-Não utilize produtos não regularizados pela Anvisa. 
-Nunca utilize produtos fabricados ou manipulados por empresas não autorizadas e licenciadas por esta Agência. 

Profissionais de saúde Avaliem clinicamente os pacientes antes da prescrição e monitorem possíveis interações e efeitos adversos.

Via portal CM7

Entregador de aplicativo apanha da namorada em delegacia após ser preso com drogas

Um entregador de aplicativo foi preso na noite desta segunda-feira (8) após ser flagrado transportando um tablete de maconha na avenida Buriti, localizada no Distrito Industrial, zona Sul de Manaus. Segundo informações da polícia, durante a abordagem o homem confessou que estava realizando apenas o transporte da droga e que o destino final seria o Porto de Manaus, no Centro da capital. O suspeito, que já possui passagens pela polícia, não revelou quem seria o destinatário do entorpecente. A namorada do suspeito esteve na delegacia e chamou atenção por, revoltada, ter desferido um tapa no homem.

O entregador foi conduzido ao 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foi apresentado aos policiais civis para os procedimentos cabíveis. O caso segue sob investigação, a fim de identificar possíveis envolvidos no esquema de tráfico de drogas.

Fonte: Portal CM7

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Acidente foi registrado na rodovia que liga Varjota a Reriutaba; VEJA VÍDEO

Um carro Ônix prata colidiu na traseira de um ônibus escolar na saída de Varjota para Reriutaba. A condutora do veículo sofreu uma fraturas nem um braço, mas, felizmente, não corre risco.

Segundo informações, a condutora foi identificada como Aline, que é fisioterapeuta, residente em Varjota, filha do comerciante Roberto, do Lojão Tudo Tem.

Com informações do Roberto Lira Radialista.

Líder comunitária que preparou visita de Lula extorquia moradores

Alessandra Moja Cunha é irmã de Leonardo Monteiro Moja, apontado como um dos líderes do PCC no Centro.
A líder comunitária Alessandra Moja Cunha, da Associação da Comunidade do Moinho, integrava a organização criminosa comandada por seu irmão, Leonardo Moja, o “Léo do Moinho”, e também comandava a extorsão de moradores que desejavam deixar a favela do Moinho, no Centro de São Paulo. Léo é apontado como o principal líder do PCC na região central da capital.

Foi com essa associação que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, se reuniu para preparar a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à favela no fim de junho. Dois dias depois, Lula esteve no local e dividiu o palco com Alessandra.

As informações constam de representação do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), que embasou a Operação Sharpe, deflagrada na manhã desta segunda-feira (8/9).

Alessandra foi presa na operação. Segundo registros da Receita Federal, ela é presidente da Associação da Comunidade do Moinho.

De acordo com o MPSP, Alessandra “exerce importante papel na mobilização e organização das manifestações públicas que blindam a comunidade das intervenções policiais, além de auxiliar o irmão em suas empreitadas criminosas”.

Ainda conforme o órgão, ela era responsável por extorquir moradores interessados em aceitar o acordo proposto pelo governo estadual para deixar a favela. Como mostrou o Metrópoles, a facção cobrava uma “multa” de até R$ 100 mil de quem desejasse sair.

Pelo acordo, os moradores recebem ajuda de custo até serem alocados em imóveis da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo (CDHU).

O MPSP aponta ainda que Alessandra “também é responsável pelo grupo que cobra propina das famílias beneficiadas pelo acordo com o CDHU, somente autorizando o cadastro e a assinatura mediante o pagamento de valores à família Moja”.

“Tanto os valores arrecadados neste contexto quanto os recursos derivados das demais atividades ilegais controladas por ‘Léo do Moinho’ são recolhidos por Alessandra com o intuito de branqueamento (lavagem)”, afirma a representação.

Na operação desta segunda, a Polícia Militar e a Polícia Civil também prenderam a filha de Alessandra, Yasmin Moja Cunha. O nome dela aparece em reuniões com o governo federal durante as negociações para a desocupação da área.

O governo estadual pretende construir um parque no local, mas a área pertence à União. Ficou acertado que o terreno será repassado ao estado após a saída das famílias.

“Quando estiver tudo pronto, estiver certa a casa que vocês vão comprar, aí faremos a cessão definitiva para o governo do estado. Por mais bonito que seja um parque, ele não pode ser feito às custas do ser humano”, disse Lula na visita à comunidade.


Alessandra já foi condenada por homicídio

Antes da operação, Alessandra costumava dar entrevistas como representante da favela, geralmente criticando a atuação da Polícia Militar. Aos 40 anos, afirma morar no Moinho há mais de 30. É mãe de quatro filhos e dona de cerca de dez cachorros.

Em 2015, foi presa e condenada a oito anos de reclusão em regime inicial semiaberto por participar de um assassinato ocorrido em 2005, na favela. Na ocasião, ela e a irmã, Renata Moja Cunha, mataram a facadas uma mulher que dormia na casa do ex-namorado de Renata, também agredido.

“Alessandra Moja Cunha, no dia, hora e local descritos nos autos, agindo com intenção de matar, impelida por motivo fútil, com emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, matou Claudice Terra Rufino mediante golpes de faca, provocando-lhe os ferimentos descritos no laudo necroscópico, que foram a causa direta de sua morte”, diz trecho da denúncia.

“Consta, ainda, que, nas mesmas circunstâncias, tentou matar Everton da Silva, provocando-lhe os ferimentos descritos no laudo de lesão corporal”, prossegue o documento.

Por esse crime, Alessandra ficou presa no Centro de Progressão Penitenciária do Butantã entre agosto de 2018 e novembro de 2019.


Defensoria: ONG não é ligado ao PCC e não guardava drogas

A Associação da Comunidade do Moinho foi procurada por e-mail e mensagem no Instagram, mas ainda não respondeu. O espaço segue aberto.

Na última sexta-feira, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo enviou um ofício à coluna pedido o direito de resposta à primeira reportagem sobre o assunto, em julho. No ofício, a defensoria argumenta que a sede da ONG não era usada para guardar drogas, e que a menção ao endereço se deve ao fato de se tratar de um “endereço unificado”.

“Toda e qualquer correspondência das pessoas residentes na comunidade ou registro de endereço junto à órgãos públicos, inclusive Boletins de Ocorrência lavrados pela Polícia Civil, é feita no
endereço da Rua Doutor Elias Chaves, n. 20 ou s/n; embaixo do viaduto, por se tratar de
uma comunidade que não passou por um processo de regularização fundiária”, diz um trecho.

A defensoria também argumenta que a ONG e os moradores “não possuem qualquer vínculo com organizações criminosas e se dedicam a lutar pelo direito à moradia, à integridade pessoal e à segurança pública de todas as famílias residentes da favela durante e após o processo de cessão do terreno”.


Macêdo: reunião tratou apenas de habitação

À época da primeira reportagem da coluna sobre o assunto, em junho, o ministro Márcio Macêdo afirmou que o encontro com a associação teve como única pauta a solução habitacional para as famílias do Moinho.

“O diálogo ocorreu com moradores da comunidade, inicialmente para construir o acordo que previa a saída pacífica da área e a destinação adequada das famílias, e posteriormente, na véspera do ato com o presidente Lula, para preparar a visita”, disse por meio da assessoria.

Segundo ele, “o diálogo com lideranças comunitárias é parte fundamental da atuação de qualquer governo comprometido com políticas de inclusão social, habitação e valorização da cidadania”.

A Secretaria de Comunicação (Secom) e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) também foram questionados sobre riscos à segurança de Lula e da comitiva.

A Secom afirmou que a segurança foi conduzida “de forma rigorosa pelos órgãos competentes, conforme o protocolo adotado em qualquer agenda presidencial, não tendo sido identificado risco à integridade das autoridades”.

A pasta acrescentou que “a interlocução com representantes comunitários é prática essencial de qualquer governo que atue com políticas públicas voltadas à inclusão, moradia e promoção da dignidade. Associações locais são formadas e escolhidas pelos próprios moradores e constituem pontos naturais de contato com o poder público”.

“No caso da visita, a interlocução com o presidente se deu por meio de Flavia Maria da Silva, liderança designada pela comunidade como porta-voz, com trajetória reconhecida e idônea”, concluiu.


Leia abaixo a íntegra da manifestação de Márcio Macêdo:

“A agenda na Favela do Moinho teve como única pauta a apresentação da solução habitacional para as 900 famílias que residem naquela localidade.

O acordo de solução habitacional para a Favela do Moinho foi construído entre o governo federal e o governo do Estado de São Paulo.

O diálogo se deu com moradores da comunidade, primeiro para a construção do acordo que tinha como objetivo a saída pacífica da favela e a destinação adequada das famílias, e depois, na véspera do ato com o presidente Lula, para a preparação da visita em si.

O diálogo com lideranças comunitárias é parte fundamental da atuação de qualquer governo comprometido com políticas de inclusão social, habitação e valorização da cidadania.

A visita à Favela ocorreu de maneira tranquila, sem incidentes, de forma transparente, inclusive com o acompanhamento da imprensa.

O acordo, além da solução habitacional, também incluiu a autorização para a continuidade da cessão do terreno pertencente à União, para o governo do Estado fazer um parque. Para isso, foram estabelecidas condicionantes vinculadas à solução habitacional, evitando situações de conflito e violência”.


Leia abaixo a íntegra da nota da Secom

“A agenda do Presidente da República na Favela do Moinho, em São Paulo, teve caráter institucional e público, voltado à escuta da comunidade e ao anúncio de políticas públicas em uma das regiões mais vulneráveis da cidade.

A interlocução com representantes comunitários é uma prática essencial de qualquer governo que atue com políticas públicas voltadas à inclusão, à moradia e à promoção da dignidade. Associações locais são formadas e escolhidas pelos próprios moradores e constituem pontos naturais de contato com o poder público.

Neste caso em específico, a interlocução com o presidente se deu por meio de Flavia Maria da Silva, liderança designada pela comunidade como porta-voz, com trajetória reconhecida e idônea.

A agenda do presidente consistiu em um ato na quadra poliesportiva da comunidade, uma visita à escola local, onde foi recebido por um coral de crianças, e a uma visita de cortesia à residência de Flavia da Silva.

A segurança do presidente, da primeira-dama e de toda a comitiva foi conduzida de forma rigorosa pelos órgãos competentes, conforme o protocolo adotado em qualquer agenda presidencial, não tendo sido identificado qualquer risco à integridade das autoridades presentes.

O governo federal reforça que atua com responsabilidade institucional, respeito às normas de segurança e compromisso com a promoção de políticas públicas voltadas à inclusão social e à melhoria das condições de vida da população.”

FONTE: PORTAL METRÓPOLES

Moraes pede sessões extras no STF para julgamento de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes solicitou ao presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, a inclusão de sessões extras no julgamento do chamado “núcleo crucial” da suposta trama golpista que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus. A solicitação acrescenta o dia 11 de setembro ao calendário já definido.

O julgamento, iniciado em 2 de setembro, contava com três dias previstos de análise — 9, 10 e 12 deste mês, no período da manhã, além de sessões extraordinárias nos dias 9 e 12 à tarde. Com o pedido de Moraes, haverá também deliberação no dia 11, ampliando o espaço para que os ministros apresentem seus votos.

Entre os acusados estão o ex-ministro Walter Braga Netto e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, denunciados por tentativa de golpe de Estado. O processo busca apurar a tentativa de impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições de 2022.

A Primeira Turma é composta por Moraes, Zanin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino. O grupo deverá decidir se os oito réus denunciados pela Procuradoria-Geral da República serão condenados ou absolvidos. Existe ainda a possibilidade de pedido de vista, o que pode alongar o prazo do julgamento em até 90 dias.

(Fonte: Hora Brasília)

Forças de segurança capturam mais de 500 suspeitos de violência contra mulher no Ceará

Foi registrado um aumento de 52% em relação ao mesmo período de 2024.
A operação Shamar, voltada ao combate à violência contra a mulher, contabilizou 501 prisões no Ceará entre os dias 1º de agosto e 4 de setembro, um aumento de 52% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registradas 330 capturas. Ao todo, 402 pessoas foram presas em flagrante e 99 tiveram mandados de prisão cumpridos, incluindo suspeitos de feminicídio, violência doméstica, estupro, ameaça, importunação sexual e descumprimento de medidas protetivas. As ações se estenderam a mais de 110 municípios, com alvos localizados em bairros de Fortaleza como Meireles, Messejana, Barra do Ceará e Pirambu, além de áreas da Região Metropolitana (RMF) e do interior.

Além das prisões, a operação também resultou na apreensão de 50 armas — entre pistolas, revólveres, espingardas, armas brancas, uma metralhadora e um fuzil — e 200 munições. Outro ponto de destaque foi a coleta de DNA de 596 alvos em unidades prisionais do Cariri, fortalecendo a base de dados criminais do Estado.

Em paralelo às ações repressivas, equipes da Polícia Civil (PCCE) e da Polícia Militar (PMCE) realizaram palestras e campanhas de conscientização sobre violência doméstica, atingindo cerca de 100 mil pessoas em diferentes regiões do Ceará. As atividades buscaram incentivar denúncias, esclarecer sobre os tipos de violência e fiscalizar o cumprimento das medidas protetivas, reforçando o acompanhamento das vítimas.

A operação, coordenada nacionalmente pela Senasp/MJSP e executada no Ceará pela SSPDS com apoio da PMCE e PCCE, marca um avanço na integração entre ações preventivas e repressivas no combate à violência contra a mulher.

Fonte: Portal Cn7

Emocionante: Mulher que teve câncer 6 vezes consegue ser mãe com barriga solidária

A enfermeira Halayne Rodrigues de Souza Ávila tinha 20 anos quando recebeu o diagnóstico de câncer de ovário. A doença foi descoberta já em estágio avançado e teve diversas recidivas, transformando a história de vida da moradora de Santo Antônio de Pádua (RJ). Apesar dos desafios impostos pelos tumores, ela enxerga sua jornada como uma história de superação e amor, atributos que foram necessários para realizar o sonho de ser mãe.

Quando o câncer apareceu, em 2001, os sintomas começaram de forma sutil. “Eu sentia muita dor no estômago, mas achava que era gastrite — com o passar do tempo, a barriga foi crescendo e a dor aumentando. Foi quando procurei o médico e descobri o câncer”, lembra Halayne.

Depois da confirmação, os médicos foram categóricos: seria preciso retirar os ovários e as trompas com urgência e, ainda assim, as chances de sobrevivência eram baixas.


Os cinco retornos do câncer

Inicialmente, o tumor pareceu reagir bem ao tratamento. Pouco mais de um ano depois, em 2003, porém, a doença retornou: uma metástase atacou o útero e o saco posterior (região entre o útero e o reto). A cirurgia foi acompanhada de mais um ciclo de seis sessões de quimio.

“Desde o primeiro diagnóstico, já tinha medo de não ser mãe. Nessa época, o congelamento de óvulos era muito caro e pouco citado. Acho que nem poderia tentar pelo meu estágio da doença. Depois, tirei o útero. Mas tinha na cabeça que a maternidade aconteceria de alguma forma para mim”, conta.

Durante quase uma década, Halayne ficou sem sinais do câncer no corpo. Porém, 10 anos após o primeiro diagnóstico, ele voltou a aparecer, dessa vez na bexiga e no intestino. O estado era tão avançado que a enfermeira precisou passar por um complexo ciclo de quimios e cirurgias para tentar preservar ao menos parte de sua bexiga. Entre 2011 e 2024, Halayne passou por mais de 10 cirurgias.

Ela ficou mais quase cinco anos sem a doença — mas, em 2017, apareceram mais tumores, atingindo o reto, o intestino e o diafragma (espécie de cobertura entre o sistema digestivo e o respiratório). “Essa cirurgia foi a mais desafiadora, pois tive uma intercorrência durante a recuperação. Tive uma fístula no ureter e precisei passar por uma nova cirurgia na semana seguinte. Usei bolsa de colostomia por dois anos e passei por mais seis ciclos de quimioterapia a cada 21 dias”, define ela.

Em 2021, uma nova recidiva, dessa vez na pleura, película que envolve os pulmões. O tumor exigiu uma nova e delicada cirurgia e, desde então, Halayne toma bloqueadores hormonais para tentar reduzir os retornos da doença.
O diagnóstico mais recente, de 2024, mostrou que a doença estava no tórax. “Coloquei uma prótese de titânio no tórax. Atualmente, sigo com uma nova medicação para tentar estacionar a doença. Sigo lutando contra o câncer. Faço exames a cada três meses. Tudo foi, e ainda é, muito difícil”, afirma.


Resistência e novas esperanças

O peso emocional das duas décadas de tratamento foi tão intenso quanto os efeitos físicos. Halayne descreve o medo que sentia antes de cada cirurgia, sem saber se voltaria para casa. As dores, os efeitos da quimioterapia e a rotina de exames a cada três meses moldaram uma vida em constante suspensão.

Ainda assim, o sonho da maternidade nunca desapareceu. Ela falava sobre o assunto com colegas de trabalho ou outras pacientes em tratamento e, em uma dessas conversas, ela conheceu o projeto Nós Tentantes. O grupo foi criado em 2019 a partir da vivência do casal fundador e oferece uma rede de apoio e informação para quem deseja viver o sonho de aumentar a família usando ovodoação ou barriga solidária.
“Sabemos como a informação é poderosa para quebrar o isolamento e mostrar que não existe um único caminho para gerar”, conta Karina Steiger, idealizadora do projeto.

Inicialmente, Halayne foi informada de que a espera por um óvulo poderia levar de seis meses a um ano. Para sua surpresa, porém, em apenas quatro meses o processo avançou. A cada etapa, a possibilidade da maternidade deixava de ser apenas um desejo distante e se tornava mais próxima da realidade.

O momento decisivo aconteceu quando Raquel, prima de seu esposo, ofereceu-se para ser barriga solidária. “Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Senti uma gratidão profunda e um amor imenso pela Raquel. Ela é um ser humano extraordinário, que transformou um processo cheio de desafios em algo leve, repleto de amor e generosidade”, lembra Halayne.

Em 2023, Ravi nasceu. O bebê simbolizou para a enfermeira a superação de duas décadas de tratamento. Raquel não apenas gerou a criança, mas também se tornou madrinha de batismo, consolidando um vínculo que Halayne descreve como eterno.


O câncer de ovário

Os casos de câncer de ovário costumam ser fáceis de tratar quando descobertos precocemente, mas três em cada quatro pacientes só descobrem a doença em estágios avançados, tornando o prognóstico desafiador.

“O câncer de ovário continua sendo um grande desafio para a oncologia. Por isso, é fundamental ampliar a conscientização sobre os fatores de risco, incentivar consultas regulares com especialistas e, sobretudo, identificar mulheres que fazem parte do grupo de risco aumentado. Informação e diagnóstico precoce são ferramentas essenciais para mudar a jornada da paciente”, afirma o oncologista Fábio Fin.

Fonte: Metrópoles

Acidentes são registrados em SC e CE nos desfiles de 7 de Setembro

Em Brusque, uma mulher com uma criança de colo chegou a ser atingida.
Dois acidentes marcaram os desfiles do Dia da Independência em duas cidades brasileiras neste domingo (7). Os ocorridos foram registrados em Brusque, no estado de Santa Catarina, onde um jipe desgovernado atingiu quatro pessoas, incluindo uma criança de colo de um ano e oito meses, e em Fortaleza, capital do Ceará, onde uma moto atingiu um militar da Marinha.

Em Brusque, um jipe que pertence a um grupo de entusiastas de veículos militares antigos saiu da pista onde o desfile de 7 de Setembro acontecia e atingiu quatro pessoas: uma idosa de 75 anos, uma mulher de 37 anos, uma criança de colo de um ano e oito meses, e uma adolescente de 14 anos. De acordo com o tenente-coronel da Polícia Militar Pedro Machado, o condutor teria perdido o freio do veículo.

Inicialmente, a Prefeitura de Brusque havia divulgado que a idosa, identificada como Irene Nunes, tinha sofrido uma fratura em um dos tornozelos e poderia ter tido uma lesão na coluna. No entanto, a família dela disse que essas suspeitas foram descartadas após exames. Já a mulher de 37 anos teve apenas ferimentos leves e foi liberada do hospital. A criança e a adolescente não se feriram.

Já em Fortaleza, o acidente foi entre uma motocicleta e um militar da Marinha. Em determinado momento do desfile do Dia da Independência, o militar foi atravessar a rua e não viu que a moto vinha em sua direção. Na colisão, o agente da Marinha foi arremessado para o alto e caiu a alguns metros de distância. A corporação informou que vai apurar o caso, mas o estado de saúde dos envolvidos no acidente não foi divulgado. (Pleno News)

Cirurgião amput0u as próprias pernas para receber indenização milionária

Um cirurgião do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS, na sigla em inglês) foi condenado, na quinta-feira, a dois anos e oito meses de prisão por fraude e posse de pornografia extrema. O homem provocou a amputação das próprias pernas para receber uma indenização de uma seguradora, além de ter também motivação sexual.

Neil Hopper, de 49 anos, amputou as pernas em 2019. Na época, mentiu às seguradoras, alegando que as lesões nos membros inferiores eram resultado de uma “doença misteriosa”, que teria levado a um quadro de septicemia.

Na verdade, o cirurgião usou gelo seco para congelar as próprias pernas, até o ponto de levá-las à amputação, segundo o promotor Nicholas Lee, citado pela imprensa britânica.

Em tribunal, Hopper declarou-se culpado de duas acusações de fraude e três de posse de pornografia extrema, admitindo ter um “interesse sexual em amputação”. O homem armazenava vídeos de mutilação corporal, comprados pela internet, incluindo imagens que mostravam homens removendo voluntariamente seus órgãos genitais.

Segundo o tribunal, Hopper teve as duas pernas amputadas após relatar dores nos pés e foi tratado por suspeita de septicemia, antes de os cirurgiões informarem que seria necessário amputar os membros. Ele nunca revelou a verdadeira causa das lesões e apresentou pedidos de indenização fraudulentos a duas seguradoras, que totalizaram mais de 466 mil libras — o equivalente a mais de 3,2 milhões de reais.

O juiz James Adkin, responsável pela sentença, afirmou que “suas motivações eram uma combinação de obsessão por remover partes do próprio corpo e um interesse sexual nisso”. “Parece ter sido uma ambição de longa data”, destacou. Após as amputações, Hopper voltou ao trabalho em menos de seis meses, usando próteses. Ele foi preso em 2023 e estava suspenso das funções desde então. Pai e casado,

Hopper trabalhou durante uma década no Royal Cornwall Hospital. A instituição declarou que, apesar de os detalhes do caso serem “chocantes”, não foram encontradas ligações entre os crimes e sua conduta profissional.

Via portal do Ancorador

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